Sempre tive a impressão de que ao receber o visto seria só apagar as luzes e fugir daqui, mas agora que o visto está na mão vejo que infelizmente não é tão simples. Tanta coisa pra pensar, tanta coisa pra decidir…
Continuo com a mesma certeza de antes de que é isso que quero e, apesar das várias preocupações (naturais) em relação a minha chegada em terras geladas, não vejo nenhum motivo pra não mergulhar de cabeça nesse projeto.
Minha preocupação continua sendo a mesma de antes: a Iris. Agora a nova preocupação dela é com a negação de meu pedido de licença. Ela está receosa por eu ter que pedir demissão. Eu, desde o início, cogitei essa possibilidade e sabia que poderia ser negada a licença, mas parece que ela não contava com isso. Agora está com mais medo que antes… Se voltar para o Brasil é o plano B (se depender de mim é o plano Z), não vejo porque alterar o plano original.
Procuro ver o lado bom disso tudo. Agora temos menos uma “muleta”, menos uma coisa que incentive nossa volta em caso de dificuldade, Afinal, se estarei desempregado de uma forma ou de outra, que seja desempregado no Canadá.
Abraço
Quarta-feira, 13 Maio, 2009 at 16:49
Sempre tem um do casal bem mais “conservador” do que o outro. Concordo com vc que vcs tem que entrar de cabeça mesmo, afinal não tem filhos, são jovens e tem a vida toda pela frente! Se não for agora não será mais, aproveitem e pensem que tudo vai dar certo, deu até agora!
Abraço
Quinta-feira, 14 Maio, 2009 at 10:17
Oi Daniel,
E isso porque vc tinha a chance de ficar de licença, né? A maioria de nós não tem emprego público, ou seja, só tem essa opção mesmo de pedir demissão.
O negócio é conversar, conversar e conversar! E viver essa experiência, pra ver o que é, pelo menos. O pior é passar o resto da vida pensando como seria… E, se não der certo, vcs voltam e recomeçam – no problem!!
Boa sorte!!
Abraços,
Mariana